Caso de polícia: Mulher pega arma de marido para matar amante
22 anos de casados, e seis sendo traída, sob os olhares de vizinhos que sabiam de tudo, o tempo todo, e nunca falaram nada, com este panor...
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22 anos de casados, e seis sendo traída, sob os olhares de vizinhos que sabiam de tudo, o tempo todo, e nunca falaram nada, com este panorama, uma dona de casa de 51 anos resolveu por um ponto final no adultério do qual era vítima. Felizmente, a polícia evitou o pior.
Determinada em matar a amante, uma promotora de vendas de 27 anos, a mulher pegou o revólver calibre 32 do marido, um auditor fiscal do estado, e foi em direção à casa da “manteúda”, para matá-la.
O auditor, um senhor de 64 anos, não fez nada para evitar a possível tragédia. Foi a polícia que impediu da mulher cometer um assassinato. O caso foi parar na Central de Flagrantes, na região da Rodoviária: “Vagabunda! Eu vou lhe matar!”, dizia a esposa do auditor.
“Ele me dava tudo, comida, roupa, tudo!”, se vangloriava a amante do senil servidor do estado. Irritado, o centro da confusão tentava intimidar as equipes de reportagem mostrando a credencial de auditor: “você é um palhaço!”, afirmava, exaltado, contra um cinegrafista da Record Bahia.
Determinada em matar a amante, uma promotora de vendas de 27 anos, a mulher pegou o revólver calibre 32 do marido, um auditor fiscal do estado, e foi em direção à casa da “manteúda”, para matá-la.
O auditor, um senhor de 64 anos, não fez nada para evitar a possível tragédia. Foi a polícia que impediu da mulher cometer um assassinato. O caso foi parar na Central de Flagrantes, na região da Rodoviária: “Vagabunda! Eu vou lhe matar!”, dizia a esposa do auditor.
“Ele me dava tudo, comida, roupa, tudo!”, se vangloriava a amante do senil servidor do estado. Irritado, o centro da confusão tentava intimidar as equipes de reportagem mostrando a credencial de auditor: “você é um palhaço!”, afirmava, exaltado, contra um cinegrafista da Record Bahia.
Por diversas vezes, os agentes da Central de Flagrantes tiveram de intervir, para evitar que as duas mulheres e o auditor “machão” parassem as discussões.
Humilhada em público, a dona de casa traída lamentava a situação em que vivia, já há alguns anos, com o marido: “Ele nunca saía comigo, não passava um domingo ao meu lado, fazia de tudo para não almoçar em casa”, afirmava.
A esposa pode ser indiciada por ameaça, mas a situação deve ficar delicada para o auditor: o revólver calibre 32 não possui registro. Ele pode responder por porte ilegal de arma.
Fonte: VN /Foto: divulgação


