Acusado de matar mulher é reconhecido pela filha e preso no carnaval
Francisco José dos Santos. Essa é a identidade do homem que foi conduzido à 1ª Delegacia Territorial (DT/Barris), na manhã desta sábado (0...
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Francisco José dos Santos. Essa é a identidade do homem que foi conduzido à 1ª Delegacia Territorial (DT/Barris), na manhã desta sábado (02), depois de ser reconhecido pela própria filha como autor da morte da ex-mulher.
Francisco estava na região da Av. Sete de Setembro, circuito do carnaval, quando Siara Assis Pereira dos Santos, 20 anos, e a tia dela, Selma Assis, o reconheceram, acionaram a polícia que conseguiu encontrar e prender o homem ainda na avenida.
De acordo com Edson Assis, tio de Siara, Francisco matou Solange Assis Pereira dos Santos em 1999. À época, durante uma discussão, ele jogou álcool no corpo da mulher e ateou fogo. “Ela teve 95% do corpo queimado. Sofreu durante 21 dias na UTI do Hospital Geral do Estado, até que não resistiu o morreu. Foi a pior dor de minha vida”, desabafou Edson bastante emocionado e aliviado com a prisão.
“As marcas foram tão profundas nas vidas de todos nós que a Siara tinha apenas 5 anos de idade, mesmo assim ela reconheceu o pai 15 anos depois do crime e foi por ela que hoje esse mostro está preso”, conta o irmão de Solange que era a mais velha de uma família de oito irmãos.
O crime aconteceu dentro da casa do casal no fim de linha da Santa Cruz. No momento da confusão os dois filhos do casal, com 4 e 5 anos, presenciaram o ato. “Isso marca até hoje a memória deles. Ela quando viu o pai, se é que posso falar que ele é pai, curtindo o carnaval, chamou de assassino. Ele ainda a chamou de filha, reconheceu a menina, o que deixou ela ainda mais revoltada”, disse Edson que se diz mais aliviado com a prisão de Francisco: “minha mãe morreu em 2012 lutando pela prisão desse assassino. Infelizmente, ela não viu esse momento”.
Depois de ser apresentado na delegacia dos Barris, Francisco foi levado para a sede da Polinter. Ele já havia sido julgado e condenado a 31 anos de prisão pelo assassinato de Solange, mas estava foragido e nunca chegou a ser preso. “Agora ele vai ter que pagar por cada dia de sofrimento da nossa família”, concluiu Edson.
(Bocão news)
Francisco estava na região da Av. Sete de Setembro, circuito do carnaval, quando Siara Assis Pereira dos Santos, 20 anos, e a tia dela, Selma Assis, o reconheceram, acionaram a polícia que conseguiu encontrar e prender o homem ainda na avenida.
De acordo com Edson Assis, tio de Siara, Francisco matou Solange Assis Pereira dos Santos em 1999. À época, durante uma discussão, ele jogou álcool no corpo da mulher e ateou fogo. “Ela teve 95% do corpo queimado. Sofreu durante 21 dias na UTI do Hospital Geral do Estado, até que não resistiu o morreu. Foi a pior dor de minha vida”, desabafou Edson bastante emocionado e aliviado com a prisão.
“As marcas foram tão profundas nas vidas de todos nós que a Siara tinha apenas 5 anos de idade, mesmo assim ela reconheceu o pai 15 anos depois do crime e foi por ela que hoje esse mostro está preso”, conta o irmão de Solange que era a mais velha de uma família de oito irmãos.
O crime aconteceu dentro da casa do casal no fim de linha da Santa Cruz. No momento da confusão os dois filhos do casal, com 4 e 5 anos, presenciaram o ato. “Isso marca até hoje a memória deles. Ela quando viu o pai, se é que posso falar que ele é pai, curtindo o carnaval, chamou de assassino. Ele ainda a chamou de filha, reconheceu a menina, o que deixou ela ainda mais revoltada”, disse Edson que se diz mais aliviado com a prisão de Francisco: “minha mãe morreu em 2012 lutando pela prisão desse assassino. Infelizmente, ela não viu esse momento”.
Depois de ser apresentado na delegacia dos Barris, Francisco foi levado para a sede da Polinter. Ele já havia sido julgado e condenado a 31 anos de prisão pelo assassinato de Solange, mas estava foragido e nunca chegou a ser preso. “Agora ele vai ter que pagar por cada dia de sofrimento da nossa família”, concluiu Edson.
(Bocão news)
