'O PMDB só me dá alegrias', diz Dilma Rousseff
A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (11), no Chile, que o PMDB só lhe dá "alegrias". Dilma viajou para participa...
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A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira (11), no Chile, que o PMDB só lhe dá "alegrias". Dilma viajou para participar da cerimônia de posse da presidente chilena eleita, Michelle Bachelet. Antes de se encontrar com a colega, na cidade chilena de Viña del Mar, a presidente foi questionada por jornalistas sobre a relação do governo com o PMDB. "Olha aqui, eu vou te falar uma coisa: o PMDB só me dá alegrias", afirmou a presidente.
A relação entre o governo e o PMDB tem se deteriorado nos últimos meses. A sigla reclama da demora da presidente Dilma Rousseff em realizar a reforma ministerial, critica o não cumprimento de compromissos quanto à liberação de recursos de emendas parlamentares e quer maior diálogo sobre as alianças regionais com o PT nas eleições de outubro.
A legenda também reclama que não é chamada a participar de decisões do Executivo e de lançamentos de programas do governo federal, o que fortalece candidaturas no pleito deste ano. O maior foco da crise está na Câmara dos Deputados, onde sete partidos da base aliada, sob o comando do líder do PMDB, formaram um "blocão", para ampliar o poder de negociação com o Executivo em votações da Casa. O clima ficou mais tenso na semana passada, depois que Eduardo Cunha defendeu, em sua conta do microblog Twitter, que seja "repensada" a aliança da legenda com o PT.
(O Globo)
A relação entre o governo e o PMDB tem se deteriorado nos últimos meses. A sigla reclama da demora da presidente Dilma Rousseff em realizar a reforma ministerial, critica o não cumprimento de compromissos quanto à liberação de recursos de emendas parlamentares e quer maior diálogo sobre as alianças regionais com o PT nas eleições de outubro.
A legenda também reclama que não é chamada a participar de decisões do Executivo e de lançamentos de programas do governo federal, o que fortalece candidaturas no pleito deste ano. O maior foco da crise está na Câmara dos Deputados, onde sete partidos da base aliada, sob o comando do líder do PMDB, formaram um "blocão", para ampliar o poder de negociação com o Executivo em votações da Casa. O clima ficou mais tenso na semana passada, depois que Eduardo Cunha defendeu, em sua conta do microblog Twitter, que seja "repensada" a aliança da legenda com o PT.
(O Globo)
