PSDB adia decisão sobre candidatura do líder da greve da PM
O presidente estadual do PSDB, Sérgio Passos, acha cedo para se discutir a situação do vereador Marco Prisco (PSDB), pré-candidato a deput...
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O presidente estadual do PSDB, Sérgio Passos, acha cedo para se discutir a situação do vereador Marco Prisco (PSDB), pré-candidato a deputado estadual nas próximas eleições.
Diferente do que boa parte da população pensava, mesmo preso no Complexo da Papuda em Brasília (DF), o presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) poderá concorrer no pleito deste ano, caso seu partido queira. “O nosso foco atual é a majoritária.
Ainda não analisamos a situação. Quando sentarmos para discutir a proporcional e caso o quadro de Prisco continue o mesmo, sentaremos todos da executiva para analisar a situação. Tudo será discutido no momento certo”, informou Passos.
Com os 90 dias de prisão decretados, o tucano deve ser liberado, caso recurso da sua defesa não seja acatado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), somente em julho, após as convenções partidárias e com a campanha na ativa.
Mesmo assim, segundo a advogada especialista em direto eleitoral, Débora Guirra, Prisco poderá ter a candidatura registrada. “O partido só precisará indicá-lo na convenção, em junho, com o documento assinado por ele com a autorização do registro.
Mesmo se ele não for escolhido em junho, poderá entrar nas vagas remanescentes, caso a sigla não complete o número de candidatos da sua cota, e ainda ele pode substituir algum candidato 20 dias antes da eleição”, informou Débora.
(Tribuna)
Diferente do que boa parte da população pensava, mesmo preso no Complexo da Papuda em Brasília (DF), o presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) poderá concorrer no pleito deste ano, caso seu partido queira. “O nosso foco atual é a majoritária.
Ainda não analisamos a situação. Quando sentarmos para discutir a proporcional e caso o quadro de Prisco continue o mesmo, sentaremos todos da executiva para analisar a situação. Tudo será discutido no momento certo”, informou Passos.
Com os 90 dias de prisão decretados, o tucano deve ser liberado, caso recurso da sua defesa não seja acatado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), somente em julho, após as convenções partidárias e com a campanha na ativa.
Mesmo assim, segundo a advogada especialista em direto eleitoral, Débora Guirra, Prisco poderá ter a candidatura registrada. “O partido só precisará indicá-lo na convenção, em junho, com o documento assinado por ele com a autorização do registro.
Mesmo se ele não for escolhido em junho, poderá entrar nas vagas remanescentes, caso a sigla não complete o número de candidatos da sua cota, e ainda ele pode substituir algum candidato 20 dias antes da eleição”, informou Débora.
(Tribuna)
